FMI defende maior regulamentação de criptoactivos em África

O Departamento de África do Fundo Monetário Internacional (FMI) apelou aos governos do continente africano maior aposta na regulamentação no sector dos criptoactivos, de modo a proteger os consumidores da região, assim como garantir a eficácia das políticas monetárias que regem os sistemas financeiros de África.

“Regulamentar um sistema altamente volátil e descentralizado continua a ser um desafio para a maioria dos governos, exigindo um equilíbrio entre minimizar riscos e maximizar a inovação. (…) O uso generalizado dos criptoactivos também pode comprometer a eficácia da política monetária, criando riscos para a estabilidade financeira e macro-económica” lê-se no artigo publicado no site do FMI.

Baseando-se em um estudo da Chainalysis, o FMI afirma que o continente africano é um dos mercados de criptoactivos com o crescimento mais rápido a nível do mundo, tendo atingido em transações um pico de 20 bilhões de dólares norte-americanos por mês, em meados de 2021. África do Sul, Nigéria e Quénia são apontados como os países com maior número de usuários na região.

“Muitas pessoas usam criptoactivos para pagamentos comerciais, mas sua volatilidade torna-os inadequados como reserva de valor, disse o FMI, acrescentando que “as autoridades também estão preocupadas que os criptoactivos possam ser usados para transferir recursos ilegalmente para fora da região e para contornar as normas locais destinadas a evitar saídas de capital”

 

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