Ministério do Ambiente pretende ver Angola a liderar iniciativas regionais sobre tecnologias ambientais

Ministério do Ambiente pretende ver Angola a liderar iniciativas regionais sobre tecnologias ambientais
A secretária de Estado para Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Paula Coelho, defendeu nesta terça-feira (16) o contínuo empenho de Angola para a liderança das iniciativas regionais ligadas às tecnologias ambientais, que inclui produtos e serviços que geram valor acrescentado superior aos das alternativas convencionais na redução do impacto ecológico, através do uso eficiente e sustentável da energia, água e de outros recursos.
 
“Há necessidade de liderarmos iniciativas regionais, temos esta experiência. Entraves todos os países têm, mas precisamos ser ousados para podermos enfrentá-los”, declarou a secretária de Estado, durante a apresentação do tema “Aplicação das Normas, Políticas, Estratégias e Legislação Ambiental” na terceira edição do Angola Digital Forum.
 
Durante a sua intervenção, a secretária de Estado referiu que o governo angolano, consciente dos desafios ambientais globais e do papel crucial da tecnologia na economia moderna, tem criado leis e políticas destinadas a minimizar os impactos negativos das actividades tecnológicas no ambiente, o que inclui regulamentações sobre resíduos electrónicos e o uso sustentável de recursos naturais.
 
Contudo, observa, apesar das políticas em vigor, o país ainda enfrenta desafios na implementação efectiva das normas ambientais na área tecnológica, nomeadamente no equilíbrio do crescimento económico com a protecção ambiental, bem como na adopção de uma gestão adequada de resíduos tecnológicos e no consumo energético.
 
“Por exemplo, aqui na nossa sala, poderíamos já ter, na base do uso da tecnologia, um medidor para os gases de efeito estufa, para as máquinas que estão aqui ligadas, a fim de fazermos um inventário de efeito estufa. Ou seja, cada um de nós é partícipe”, exemplificou.
 
Para superar os desafios, Paula Coelho aponta a educação e a consciencialização como peças-chave, para a eficácia da implementação das políticas sobre a importância da sustentabilidade ambiental na área tecnológica.
 
Segundo a secretária de Estado, isso é feito através de campanhas de informação, programas educacionais e acções coordenadas com organizações não governamentais, onde se incluem eventos como o Angola Digital Forum, que promovem a adopção de práticas sustentáveis.
 
Neste sentido, destacou que o caminho a ser seguido por Angola inclui o aprimoramento contínuo da regulamentação, a promoção da inovação tecnológica sustentável, bem como o fortalecimento da capacidade institucional para monitorar e aplicar efectivamente estes programas.
 
O Angola Digital Forum é um evento organizado pelo Portal de T.I, em parceria com a Mwango Brain, para estimular a partilha de conhecimento sobre temáticas actuais e relevantes que giram em torno da inovação e transformação digital.

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