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Afrimoney lidera queixas de clientes das instituições financeiras não bancárias

Afrimoney lidera queixas de clientes das instituições financeiras não bancárias
No segundo trimestre deste ano, a Afrimoney (plataforma de dinheiro digital) foi a Instituição Financeira Não Bancária (IFNB) com mais registos de insatisfação dos clientes, indicam dados do “Ranking das Reclamações do Sistema Financeiro Angolano” do Banco Nacional de Angola (BNA). 
 
O relatório do Banco Central angolano indica que, entre Abril e Junho de 2025, houve 1.138 queixas dos serviços da Afrimoney, representando um crescimento expressivo de 180,2% em comparação com as 406 reclamações registadas no primeiro trimestre do ano em curso. 
 
De acordo com o regulador do sistema financeiro nacional, as insatisfações reportadas pelos clientes da plataforma digital pertencente à segunda maior operadora de rede móvel nacional, a Africell, incidiram, sobretudo, sobre os serviços de Mobile Banking.
 
A Unitelmoney, que nos primeiros três meses de 2025 esteve a liderar o ranking das queixas das IFNB, caiu para a segunda posição, registando 935 ocorrências, contra 1.140 reportadas no primeiro trimestre do ano, significando numa redução de quase 22,9% no número de reclamações apresentadas.
 
Segundo o documento do BNA, as queixas do Unitelmoney estiveram relacionadas com a prestação de serviço. 
 
A completar o ‘top três’ das instituições financeiras não bancárias com mais reclamações por parte dos consumidores está o Paypay, uma vez que foram reportadas 453 queixas relacionadas às transferências e prestação de serviços. 
 
No global, o ranking de reclamações das IFNB registou 2.534 queixas sobre determinados produtos e serviços no segundo trimestre de 2025, traduzindo num crescimento de 54,7% comparativamente ao primeiro trimestre do ano em curso, cuja cifra foi de 1.638 ocorrências.  
 
De acordo com o banco central, no segundo trimestre de 2025, o Sistema Financeiro Angolano registou 10.707 reclamações, o equivalente a uma média mensal de 3.569 processos, o que representa uma redução de 1,37% em relação ao trimestre anterior e uma diminuição de 14,01% face ao período homólogo de 2024.
 
Segundo o regulador, “a diminuição do volume de reclamações, particularmente em comparação com o período homólogo, está relacionada com a redução significativa das reclamações relativas a alguns produtos e serviços, tais como: cartões de débito (-80,83%); transacções cambiais (-62,79%); transferências (-51,01%), entre outros, sinalizando, dessa forma, uma melhoria dos referidos produtos e serviços no sistema, em cumprimento das exigências regulatórias do Banco Central”.

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