Segundo José Bucassa, consultor do INAPEM e membro da equipa que elaborou o estudo, a iniciativa resultou de uma análise e avaliação do ecossistema angolano a nível da SADC e da CPLP, que levou em conta, também, uma série de pesquisas a nível da sociedade, sobretudo da camada jovem, com relevância aos utilizadores de telemóvel e internet em Angola. A pesquisa teve uma amostra de centenas de startups e também de um grupo selectivo de actores do ecossistema digital e visou retratar as principais iniciativas em torno do empreendedorismo em Angola, bem como apontar as diversas perspectivas relativamente ao impacto e alcance das mesmas.
O Estudo sobre o Ecossistema de “Empreendedorismo e Startups de Angola” será disponibilizado nos próximos dias no site do INAPEM e, segundo avança a Angop, a pesquisa marca também uma nova etapa em matéria de publicações regulares e periódicas sobre este e outros temas relacionados, de modo a dotar o país de dados e informações estatísticas quer do ponto de vista primário, quer secundário, para garantir que as instituições públicas e privadas possam avaliar melhor as suas acções de fomento e suporte ao empreendedorismo no país.




