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O Instituto de Telecomunicações (ITEL) vai formar quadros do Serviço de Investigação Criminal (SIC) em hacking ético, testes de intrusão e operações de cibersegurança, no âmbito de uma parceria que visa reforçar a capacitação tecnológica dos investigadores e ampliar as competências do SIC na prevenção, detecção e resposta a ameaças no espaço digital.
A sessão de abertura do programa de formação teve lugar hoje, nas instalações do instituto, numa cerimónia que contou com a presença do director geral do ITEL, Cláudio Gonçalves, e do director nacional de Combate aos Crimes Informáticos do SIC, António Ndakhupapo.
O plano formativo abrange igualmente áreas como Linux, CCNA, CCTV, computação forense, Windows Server e desenvolvimento web, consideradas fundamentais para o reforço das capacidades técnicas no domínio digital.
Em comunicado, o instituto refere que o início das formações integra uma estratégia mais ampla de capacitação contínua, com previsão de extensão a outros efectivos do Serviço de Investigação Criminal.
O director geral do ITEL saudou a parceria e destacou a importância do investimento contínuo no desenvolvimento do capital humano, com particular incidência no combate aos crimes cibernéticos.
Cláudio Gonçalves sublinhou ainda o compromisso da instituição com a excelência formativa, observando que a qualidade do ensino depende não apenas dos meios técnicos e pedagógicos, mas também do empenho, disciplina e dedicação dos formandos.
António Ndakhupapo, reafirmou, por sua vez, o compromisso do SIC com a formação contínua dos efectivos e destacou a escolha do ITEL como parceiro estratégico, em reconhecimento da sua capacidade técnica e qualidade formativa.




