Conversas 4.0: retorno de Investimento em projectos de TI e transformação digital

O Conversas 4.0 desta terça-feira (11), trouxe como tema de debate “Retorno de Investimento em Projectos de T.I e Transformação Digital”, contou com a fundadora e CEO da Technoplus de Moçambique, Sázia Sousa, que esteve ao lado de João Almeida, subdirector na Digital Banking and Innovation do Millennium Atlântico em discussão de vários assuntos sob moderação de Edilson Almeida.

O objectivo desta edição foi dar ênfase a importância do Retorno Sobre o Investimento (ROI na sigla em inglês), que é uma métrica analítica sobre os investimentos de uma empresa quer seja a logo ou a curto prazo e que serve para planificar e evitar algumas perdas.

Questionado se em que medida o ROI reforça as organizações, João Almeida realçou que é bastante importante na gestão de tomada de decisões para mensurar resultados antes e depois e explicou como deve-se calcular.
“É importante fazer uma análise adaptável a um projecto de T.I. A sua equação é focada na receita subtraída ao próprio custo e divididas ao custo que vai nos dar o ROI face ao número de anos previstos”, esclareceu João Almeida, que mencionou alguns desafios para que uma empresa tenha um óptimo retorno sobre investimentos.
“Temos alinhamento das expectativas, este é o mais relevante ao efectuar as análises do antes, durante e após um projecto; também temos a satisfação dos clientes, muito relevante também neste processo na potenciação da plataforma; a própria equipa também desempenha um papel importante para o compromisso e disponibilidade; e depois temos o processo de venda se de facto há uma fluidez para o utilizador final. Tudo isto são pontos que podem contribuir para um óptimo ROI”, disse.

Já Sázia Sousa, vê que as startups em Moçambique não têm tido uma certa sustentabilidade ou uma estrutura para manterem-se no mercado e assim ter resultados daquilo que investem.
“Existe um conjunto de fases que devem ser consideradas na criação de um produto para ter um óptimo ROI. Existem muitas startups e muitos jovens a fazerem as coisas, uns e outros conseguem passar, mas é aconselhável sempre que eles se juntem a organizações que conseguem criar equipas multidisciplinares e que encontrem parceiros que os ajudem a expandir os seus produtos”, recomendou a empreendedora de tecnologias, acreditando que as empresas que estão a investir em transformação digital já têm mais consciência do investimento que estão a fazer e vai culminar a um bom início de mudança de mentalidade.

Por sua vez João Almeida apontou que é preciso estar muito atento ao mercado e mesmo as empresas que hoje são líderes podem decair.
“A tecnologia deve ser um membro para resolver limitações do dia-a-dia e ver que tipo de transformação digital deve-se ter na procura do melhor resultado”, começou por dizer.
“Mesmo que uma empresa seja líder no mercado a tendência é evoluir porque são líderes e no ano seguinte já não podem ser. Uma vez mais a tecnologia tem de identificar um leque de oportunidades e não ser uma ferramenta bonita para se ter em casa”, recomendou o subdirector na Digital Banking and Innovation do Millennium Atlântico

O programa conversas 4.0 acontece todas as terças-feiras, das 10 as 11horas, na LAC ( Luanda Antena Comercial), sob moderação de Edilson Almeida, e tem uma extensão em live, a ser exibido as 19 horas do mesmo dia, no Facebook do Tech 21 Africa.

 
 
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