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MESCTI pretende conectar mais de 60 mil estudantes de 11 universidades públicas via Internet

MESCTI pretende conectar mais de 60 mil estudantes de 11 universidades públicas via Internet

Mais de 60 mil estudantes de 11 universidades públicas do país poderão beneficiar da Rede Nacional de Ensino e Investigação (AngoREN), uma iniciativa do Ministério do Ensino Superior Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), concebida para interligar instituições de ensino superior, por meio de uma infra-estrutura digital.

O programa, anunciado esta segunda-feira (11), surge no âmbito do Projecto de Desenvolvimento do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia e está alinhado com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, financiado pelo Executivo com o apoio do Banco Mundial e da Parceria Global para a Educação.

O projecto prevê, numa fase inicial, um investimento de até 15 milhões de dólares para a sua implementação e 10 milhões de dólares destinados à transformação digital das instituições, que irá funcionar em três dimensões principais: processos, tecnologia e recursos humanos.

A iniciativa deverá servir também de apoio ao ensino híbrido e online, potenciar plataformas digitais de aprendizagem e criar as bases tecnológicas para a Universidade Virtual de Angola.

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Em declarações à Angop, a secretária de Estado para o Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Alice Almeida, destacou que o AngoREN constitui uma plataforma nacional de colaboração científica, integração académica e promoção da investigação, da inovação, e do ensino digital, que servirá como uma rede de oportunidades para as futuras gerações do país.

Por sua vez, o responsável pela supervisão da rede nacional de ensino e investigação, António Paraíso, afirmou que nesta primeira fase a previsão dos indicadores é de 69 mil estudantes, num universo de mais de 5 mil professores que farão o uso da rede, que irá permitir uma interoperabilidade a nível dos sistemas e mais celeridade na emissão dos documentos académicos.

Dentre as universidades iniciais constam a Universidades Agostinho Neto, Katyavala Bwila, 11 de Novembro, Lueji A’Nkonde, Kimpa Vita, José Eduardo dos Santos e Mandume ya Ndemufayo, com a previsão de expansão para mais instituições públicas, posteriormente, instituições do ensino superior privadas.

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