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A New Cognito iniciou esta terça-feira, (13) a prova de conceito do NC+, uma plataforma comunitária que integra saúde digital, conectividade, inclusão financeira, educação digital e infra-estrutura tecnológica, numa iniciativa desenvolvida no município do Calumbo, província de Icolo e Bengo, em parceria com a Administração Municipal.
De acordo com a empresa, o NC+ parte de uma abordagem integrada à inclusão digital, que busca reduzir as barreiras geográficas no acesso a serviços essenciais e criar novas oportunidades para as comunidades.
Neste quadro, o teste permitirá avaliar a solução num ambiente real, compreender as necessidades da comunidade, avaliar a experiência dos utilizadores e identificar oportunidades de melhoria.
“Mais do que validar a componente tecnológica, esta fase procura recolher aprendizagens que permitam aperfeiçoar o modelo e criar bases para a sua evolução futura”, refere a empresa em comunicado dirigido ao Portal de T.I.
A nível da saúde, por exemplo, a New Cognito afirma que a ambição passa por contribuir para um percurso de cuidados mais articulado, ligando os níveis primário, secundário e terciário. Através de uma melhor coordenação entre os diferentes níveis de assistência, o NC+ pretende facilitar a identificação de necessidades clínicas, a referenciação dos pacientes e a continuidade do acompanhamento, sem substituir o papel dos profissionais e das instituições de saúde.
“Sabemos que um dos grandes desafios dos sistemas de saúde é garantir que as pessoas tenham acesso aos cuidados de que necessitam, no momento certo, independentemente do local onde vivem. É, por isso, que o NC+ pretende começar onde tudo deve começar: nos cuidados de saúde primários”, afirmou Ivan António, Director de Saúde Digital da New Cognito.
A empresa realça que o NC+ foi concebido como um ecossistema comunitário que vai além da saúde digital, integrando conectividade, serviços financeiros digitais e educação digital, para criar condições de ampliar o acesso à informação, promover competências e apoiar o desenvolvimento das comunidades.
A concretização desta visão, segundo a empresa, depende da articulação entre tecnologia, parceiros locais e serviços capazes de responder às necessidades efectivas das populações. A experiência no Calumbo constitui, assim, um primeiro passo para avaliar o potencial do modelo e identificar as condições necessárias à sua eventual adaptação e expansão a outras regiões do país.
“Hoje damos um primeiro passo em Calumbo. Amanhã, queremos que esta experiência possa contribuir para um modelo de cuidados de saúde mais próximo das comunidades, mais articulado entre os diferentes níveis de assistência e com potencial para chegar a outras regiões de Angola”, concluiu Ivan António.



