O LinkedIn, rede social detida pela Microsoft, anunciou na última semana que vai despedir cerca de 716 funcionários que actuam nas secções de vendas, operações e suporte. A informação foi avançada por meio de uma nota enviada aos trabalhadores, soube o Portal de T.I.
Na nota, o CEO da rede social, Ryan Roslansky, explica que esta decisão visa principalmente simplificar as operações da empresa, para servir com mais eficiência os seus utilizadores, frisando que estas mudanças possibilitarão a criação de 250 novos postos de trabalhos, os quais estarão também abertos para os funcionários que serão despedidos.
O LinkedIn junta-se assim a outras grandes tecnológicas que optaram pela demissão de funcionários, como a Meta, Alphabet, Amazon, Google, Twitter e a sua proprietária Microsoft, que anunciou em Janeiro os seus planos de despedir cerca de 10 mil trabalhadores.
Entre as razões para essas dispensas em massa, as empresas de tecnologia apontam o desaceleramento do próprio mercado tecnológico, assim como altos investimentos, cujos retornos previstos ainda não foram alcançados.




