A SpaceX, empresa liderada por Elon Musk, assinou nesta segunda-feira (23) um acordo para lançamento em órbita de quatro dos principais satélites de navegação da Europa, enquanto concorrentes europeus “lutam” para tirar os foguetes do solo.
De acordo com o The Wall Street Journal, a cooperação visa transportar quatro satélites Galileo, acrescentando o núcleo que alimenta o sistema de navegação por satélite da União Europeia (UE).
Se por um lado o acordo pode ser um bom negócio para a SpaceX, para a Europa a parceria com uma empresa norte-americana não é tão interessante. Segundo autoridades europeias, o bloco não deveria depender de lançamentos a partir dos EUA para fornecer infra-estruturas ao espaço.
Os atrasos com a operadora francesa Arianespace, os desafios técnicos e a decisão de não usar foguetes russos devido à guerra na Ucrânia, deixou a UE sem escolha a não ser recorrer à SpaceX para acelerar seu cronograma.
Além dessa ser a primeira vez que a empresa de Musk é contratada por uma instituição europeia, é também a primeira vez que os satélites Galileo serão lançados de fora do território desde que os dispositivos de teste foram lançados no Cazaquistão, há 15 anos.
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