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Angola regista apagão de Internet: saiba os motivos

Angola regista apagão de Internet: saiba os motivos
Imagem: Menhaniq/Shutterstock
O país registou um apagão de Internet neste sábado (19), após a ocorrência de dois incidentes distintos nas infra-estruturas de telecomunicações responsáveis por receber e distribuir o sinal a nível doméstico, afectando os serviços de ligação em várias zonas.
 
Ao Portal de T.I, a Angola Cables informou que o primeiro incidente verificou-se por volta das 08:40, na via principal de Sangano, que é o ponto de entrada de Internet para o país. Já o segundo ocorreu cerca das 13:40, com a queda da via redundante localizada no centro de dados Angonap, responsável por assegurar parte significativa do tráfego nacional.
 
“Estes impactos são originados pela realização de obras na via pública, que acabaram por afectar com cortes as interligações em fibra óptica entre as centrais do Angonap e Sangano”, refere a Angola Cables.
 
Entre os operadores afectados encontram-se a MS Telcom e a Unitel, que registaram falhas nas suas redes de fibra óptica. As duas empresas são responsáveis por receber o sinal de Internet que chega ao país via estruturas da Angola Cables e pela sua distribuição aos demais operadores domésticos.
 
A Angola Cables informou que está a prestar apoio técnico e estratégico às duas operadoras, através de equipas operacionais destacadas no terreno, com vista à reposição do sinal.
 
A empresa acrescenta que “os clientes receberam o devido apoio técnico e informação através do centro de operações NOC”, sigla inglesa para Centro de Operações de Rede.
 
A multinacional angolana assegurou ainda que os serviços de backup em nuvem e outras soluções digitais permanecem estáveis, sem registo de interrupções.

Conforme ilustra o gráfico acima, o Cloudflare Radar reportou uma anomalia no tráfego de Internet em Angola por volta das 12 horas, horário de Luanda. Na plataforma, é possível verificar que, nesse horário, o volume total de dados transferidos entre utilizadores e os servidores protegidos pela infra-estrutura da Cloudflare correspondia a apenas 13,6% do valor máximo recente. Já o tráfego web (HTTP/HTTPS) encontrava-se em apenas 12,9% do pico habitual.

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