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A protecção dos serviços públicos digitais vai contar com um programa específico de cibersegurança, cuja execução está orçada em 4,6 milhões de dólares. A iniciativa prevê a contratação de serviços especializados para avaliar os riscos, reforçar a segurança das infra-estruturas críticas e melhorar a capacidade de resposta do Estado a incidentes cibernéticos.
A despesa é formalizada no Despacho Presidencial n.º 340/26, de 27 de Agosto, que também estabelece a abertura de concurso público para a aquisição dos serviços relactivos ao programa.
A operação prevê a contratação de quatro serviços, nomeadamente a avaliação da maturidade da cibersegurança e o desenvolvimento de estratégias, a implementação de um quadro de protecção das infra-estruturas críticas de informação, a criação de um Centro de Operações de Segurança e o desenvolvimento da capacidade de prevenção e resposta a incidentes.
O programa inclui ainda a elaboração de um Plano de Acção e de Directrizes de Cibersegurança, com o propósito de assegurar a disponibilidade, integridade e confidencialidade dos serviços públicos digitais, bem como reforçar a confiança dos cidadãos na utilização desses serviços
O despacho enquadra a despesa no Projecto de Aceleração Digital de Angola, financiado através de um acordo entre Angola e o Banco Mundial, e atribui ao director geral do Instituto de Modernização Administrativa a competência para conduzir as principais etapas do procedimento, incluindo a aprovação das peças do concurso, a criação da comissão de avaliação e a celebração dos contratos.
Trata-se de mais uma despesa que se junta às três já reportadas pelo Portal de T.I, aprovadas no dia 27 de Agosto último e ligadas à transformação digital da Administração Pública.
Em conjunto, as quatro iniciativas representam um investimento autorizado de 27,91 milhões de dólares na transformação digital do Estado, com recursos destinados a serviços públicos online, integração de sistemas, inteligência artificial e cibersegurança.



