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Yango apela ao uso das ferramentas de avaliação e de segurança do aplicativo para elevar padrão de qualidade

O director da Yango em Angola, Ivan Mugimbo, apelou aos clientes deste serviço de táxi urbano a usarem as ferramentas de segurança e avaliação dos serviços disponíveis no aplicativo. No webinar “Segurança no uso de transportes por aplicativo”, o responsável convidou ainda as empresas do sector de transportes e os taxistas a conhecerem o modelo de negócio da Yango que, garante, pode gerar lucros de 1 milhão de kwanzas por mês aos motoristas.

Num directo transmitido no Instagram com o empreendedor e educador financeiro Euclides Francisco, Ivan Mugimbo, defendeu que “os clientes são os melhores fiscais que o serviço de transporte de táxi urbano por aplicativo pode ter”. Para que tal seja efectivo, indicou, “os passageiros devem utilizar os mecanismos de controlo de qualidade disponíveis no aplicativo da Yango”.

Uma dessas ferramentas “é o sistema de avaliação de 1 a 5 estrelas, que permite à Yango actuar de imediato no caso de alguma inconformidade.” “Quando detectamos uma classificação baixa ou comentários negativos, iniciamos uma investigação célere que pode resultar no bloqueio permanente ou temporário do taxista ou da viatura em questão”, explicou.

Este mecanismo de avaliação permite ainda ao algoritmo da plataforma “evitar que um cliente viaje de novo com um motorista com o qual não se sentiu cómodo anteriormente, mas isto só funciona se o cliente o informou através do canal adequado no aplicativo”.

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Durante o webinar, Ivan Mugimbo sublinhou também que “as corridas na Yango são seguras e controladas” e que “o sistema recompila em tempo real todos os dados desde que o serviço é solicitado até ser concluído.” Com base nesta tecnologia, “os passageiros podem partilhar um link do trajecto da viagem com amigos ou familiares, para que estes acompanhem em todo o momento a localização do passageiro.”

Para reforçar a tranquilidade dos clientes, a plataforma partilha com os utilizadores informações sobre o taxista (nome e número de carta da condução) e sobre o veículo (modelo, cor, matrícula). Também neste ponto, o director da Yango em Angola pediu a colaboração dos clientes. “Se os dados do motorista ou do veículo informados no aplicativo não coincidirem com os que se apresentam para prestar o serviço, pedimos que cancelem a viagem e se comuniquem de imediato com o Centro de Suporte da Yango, disponível através do aplicativo 24 horas por dia, 7 dias da semana. Tomaremos de imediato as medidas necessárias”.

O conjunto de controlos de qualidade e segurança da Yango inclui, por último, um botão de emergência que os passageiros podem activar com um só clique no caso de não se sentirem cómodos, e que os ligará directamente aos serviços de emergência. ”Esta é uma funcionalidade importante, mas em Angola e em todo o mundo são extremamente raras as situações de risco real ou potencial para os passageiros ou os motoristas da Yango”, garantiu.

Oportunidade de negócio

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Na conversa com Euclides Francisco, e perante o grande interesse da audiência, o director da Yango explicou o modelo de negócio do aplicativo de táxis que dirige. “A Yango não trabalha directamente com os motoristas, mas com empresas devidamente registadas e licenciadas pelo Ministério de Transportes para operar táxis, e que são responsáveis pelo recrutamento e gestão dos taxistas.”

 A estas empresas, os chamados “parceiros”, a Yango proporciona “o uso gratuito do aplicativo com tecnologia de ponta, outorga uma margem de lucro por cada corrida e assume ainda gastos importantes, como os de publicidade e marketing”.  Actualmente, a Yango trabalha com cerca de 30 empresas de táxis de Luanda, que “acompanha de perto para ajudar a potenciar o negócio e garantir a qualidade do serviço prestado”.

A grande adesão de motoristas ao aplicativo Yango (perto de cinco mil condutores activos) faz da aplicação “uma das maiores fontes de empregabilidade em todo o país na actualidade”, avançou Ivan Mugimbo. O segredo, disse, “está na estratégia única da Yango, com a qual um taxista pode lucrar até 1 milhão de kwanzas por mês”.

“O nosso modelo garante que o passageiro pague menos e o motorista receba mais. Para encontrar este equilíbrio único no sector em Angola, desenvolvemos um sistema de bónus que beneficia os condutores que cumprem a meta de viagens diárias, que recebem as melhores avaliações ou que, por exemplo, levam o logótipo da Yango nos seus automóveis”. “Os lucros são expressivos e já permitiram até a pessoas que começaram como motoristas, formar empresas de táxis que são hoje nossas parceiras”, testemunhou. 

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Ivan Mugimbo avançou, por último, que a Yango prepara a expansão a outros mercados fora de Luanda, onde opera desde 28 de Abril do ano passado. “Dentro de três meses teremos novidades. Uma das nossas metas na próxima cidade onde nos instalaremos é que os taxistas possam sustentar as suas famílias trabalhando apenas com a Yango. É uma preocupação social muito vincada que faz parte da filosofia da nossa empresa. Quando encontrarmos esse modelo de sustentabilidade, anunciaremos o nosso próximo destino”.

 

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